Um recente relatório da empresa de cibersegurança Straiker revelou que um grupo de hackers, conhecido como CyberCartel, utilizou ferramentas de inteligência artificial (IA) para automatizar ataques a mais de 400 instituições financeiras na América Latina. Os criminosos, que atuam desde 2012, desenvolveram um sistema chamado CARLIY0S, permitindo a execução de ataques com mínima intervenção humana.
Dentre os alvos, estavam bancos, empresas de pagamentos e fintechs. A investigação não divulgou o nome das instituições afetadas, mas confirmou que os hackers conseguiram roubar senhas e dados bancários valiosos.
## Como os hackers usaram IA nos ataques?O CyberCartel estruturou sua operação utilizando diferentes modelos de IA, como o Claude, da Anthropic, e o Grok, da xAI. O Claude atuava como coordenador, distribuindo tarefas entre agentes que identificavam vulnerabilidades e escreviam códigos para explorar falhas de segurança. Já o Grok era responsável pela coleta de informações, alimentando um banco de [dados](https://cienciabemexplicada.com/noticias/google-ajusta-privacidade-e-usara-dados-do-gmail-em-anuncios) com dados obtidos durante os ataques.
A pesquisa apontou que os hackers conseguiram automatizar as etapas das invasões, desde a identificação de vítimas até a coleta de dados, o que aumentou a capacidade operacional do grupo. Um total de 4.493 registros de informações financeiras foi encontrado, incluindo e-mails, números de contas e senhas em texto simples.
## Como os hackers burlaram as restrições de segurança?Um dos pontos mais alarmantes do relatório foi a facilidade com que os hackers contornaram as restrições de segurança dos modelos de IA utilizados. As ferramentas como Claude e Grok possuem mecanismos para evitar atividades ilegais, mas o CyberCartel conseguiu apresentar suas solicitações como se fossem legítimas, alegando que estavam realizando testes de segurança ou pesquisas acadêmicas.
Quando uma ferramenta se recusava a processar um pedido, os hackers tinham a opção de recorrer a outros modelos ou usar códigos maliciosos previamente preparados. O resultado foi uma operação que permitiu a realização de ataques simultâneos a diversas instituições financeiras, colocando em risco a segurança de dados e operações bancárias na região.
## O que as empresas de IA estão fazendo?Após a divulgação dos resultados pela Straiker, as empresas responsáveis pelas ferramentas de IA foram notificadas. A Anthropic confirmou que bloqueou as credenciais comprometidas utilizadas para acessar o Claude, enquanto a xAI analisava as atividades dos agentes associados ao Grok. A situação levanta preocupações sobre o uso de IA em crimes cibernéticos e a necessidade de uma maior vigilância e proteção.
## Por que isso importaO uso de inteligência artificial em ciberataques representa uma nova fronteira de ameaças para a segurança digital. A capacidade de automatizar ataques e contornar medidas de segurança traz à tona a urgência de se desenvolver estratégias mais robustas de proteção e resposta a incidentes. Essa situação não apenas afeta instituições financeiras, mas também impacta a confiança do público em sistemas de segurança digital.
## O que vem a seguirCom o aumento das operações automatizadas de cibercriminosos, é vital que as empresas e instituições financeiras reavaliem suas práticas de segurança. As empresas de IA também devem aprimorar seus modelos para prevenir abusos e garantir que suas tecnologias não sejam utilizadas para fins ilícitos. A situação exige um esforço conjunto entre governos, empresas e especialistas em segurança para mitigar riscos futuros.
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## Qual é o impacto do uso de IA em cibercrimes? O uso de IA em cibercrimes permite ataques automatizados e mais sofisticados, aumentando a capacidade de exploração de vulnerabilidades e a eficiência das operações. ## Quem são os responsáveis pelo ataque? O ataque foi atribuído ao grupo CyberCartel, que utiliza ferramentas como Claude e Grok para realizar suas operações.Um recente relatório da empresa de cibersegurança Straiker revelou que um grupo de hackers, conhecido como CyberCartel, utilizou ferramentas de inteligência artificial (IA) para automatizar ataques a mais de 400 instituições financeiras na América Latina. Os criminosos, que atuam desde 2012, desenvolveram um sistema chamado CARLIY0S, permitindo a execução de ataques com mínima intervenção humana.
No contexto brasileiro, cibersegurança permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, cibersegurança permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números Um grupo de hackers automatizou ataques a mais de 400 instituições financeiras na América Latina, utilizando inteligência artificial. O CyberCartel, conhecido por suas táticas sofisticadas, criou um sistema para explorar vulnerabilidades com mínima intervenção humana. A situação levanta preocupações sobre segurança digital e a eficácia das medidas de proteção atuais. No contexto brasileiro, cibersegurança permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, cibersegurança permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento No Brasil, Descobertas entram nesta cobertura.

